Pessoas de 60 a 85 anos aprendem Pix, boleto, cartão e fatura operando um banco de verdade em tudo, menos no dinheiro. Aqui errar não custa nada — e é parte da aula.
CPF, nome, nascimento e WhatsApp, um dado por tela, com teclado de teclas grandes e progresso visível em bolinhas.
O código de seis dígitos chega com o aviso de que o banco nunca liga pedindo esse número. A frase é sempre a mesma, para virar reconhecível.
Pix, boleto lido pela câmera e cartão com senha, sempre com uma tela de confirmação antes de concluir.
A loja com oferta relâmpago e o carrinho de espera treinam a diferença entre precisar e querer.
Cada função ocupa uma cor que nunca se repete em outra: verde para Pix, azul para boleto, amarelo para a loja, rosa para guardar. A instrução verbal do professor descreve o que a pessoa vê, não o que ela precisaria ler.
O participante pode digitar o valor errado, cair na oferta relâmpago ou informar o código a um falso atendente. Nada disso custa dinheiro, e cada erro vira conversa no fechamento do encontro.
Inclusive o que o facilitador fez na conta dele. É o oposto do que acontece no banco real, e é proposital: a pessoa aprende que tem direito de perguntar.
São metas, não medições: a primeira turma ainda não fechou o ciclo. Os números medidos entram aqui quando existirem, com a metodologia ao lado.
O painel do facilitador mostra em que tela cada participante está e quem travou, e concentra os comandos da sala: avançar o mês, creditar a renda, ligar o Modo Tentação. Ninguém precisa olhar por cima do ombro de doze pessoas ao mesmo tempo.
Painel do professor
Turma da manhã · Instituto Iteva
Ilustração da estrutura do painel. Chega na etapa do roadmap que o descreve.
Não. A moeda é o R$E, o Real Escola, e existe só dentro da plataforma. Nenhum valor entra ou sai de conta bancária nenhuma, e não há integração com banco, Pix ou Open Finance reais.
Porque é o que se está treinando. A pessoa vai encontrar essas telas no banco dela. Para não haver confusão, o selo TREINO fica fixo no cabeçalho e todo valor aparece como R$E, nunca como R$.
A plataforma foi desenhada para isso. Cada função tem cor, forma, desenho e um nome falado fixo, e o professor conduz por voz: "toque na bolinha verde do raio". Nenhuma tarefa exige leitura para ser concluída.
Cifrado. O número não fica legível no banco de dados, e o que aparece em qualquer tela de lista ou relatório é a forma mascarada. Dado nominal não sai da plataforma.
Essa é a pergunta certa, e ela guiou o projeto. Por isso toda mensagem com código traz, na mesma tela e na mesma mensagem, o aviso de que o ItevaBank nunca liga pedindo esse número — e um dos encontros simula exatamente alguém pedindo o código, para a pessoa praticar recusar.
Fale com o Instituto Iteva. A plataforma roda em tablet ou celular, e o facilitador acompanha a turma inteira por um painel.
A plataforma roda em tablet ou celular, e o Instituto Iteva acompanha a formação do facilitador.